Quinta-feira, Março 23, 2006

Egocentric

egocentric, self absorbed, not loyal, not generous, only concerned about those close to themvalues indivuality over loyalty, not afraid of conflict, would pursue a career that was harmful to others, believes the benefits of freedom outweigh the benefits of attachment, does not value organized religion, does not like to admit making mistakes , quick tempered, not traditional, tactless, blunt, suspicious, makes enemies, wants to be famous, prefers technical careers (law, engineering, medicine), prefers instant gratification, attracted to prestige, manipulative, influenced more by self than others, decisive.

Isso porque sou um amor de menina.



4:10 PM | Comentários -


Terça-feira, Março 21, 2006



Então, dona socióloga. Don`t look back foi *a* música do bis. Só pra recapitular, a ordem foi a seguinte. Supersonic, uma música do disco novo que nem é tão assim e depois o silêncio e a expectativa. E aquela dúvida na barriga, porque ninguém queria acreditar que o show iria acabar.

E o suspense terminou quando o Noel começou a tocar e a cantar a sua música (ela é a sua preferida, não é?). E nisso todo mundo desmontou, literalmente, e não havia outra coisa a fazer a não ser cantar junto e o mais alto possível. E quando o Noel percebeu que tinha todo mundo na mão, ele abriu o maior sorriso involuntário que já vi na vida.

Em resumo, a sua música foi *a* música do show. Embora eu, como boa aquariana sob a influência de plutão, ainda prefiro Live Forever embaixo de toda aquela chuva. Mas é só porque ela é a minha música. Pura subjetividade.

Ah. E depois teve um cover do The Who, mas daí nem dava mais. Ela e eu saímos rapidinho do show pra não passar o efeito da sua música.

E vou colocar umas fotos da UOL mesmo. Porque aquela minha promessa de ano novo de 2004 ainda não foi cumprida, ou seja, ainda não criei vergonha na cara e comprei uma câmera digital ou coisa equivalente.


11:11 AM | Comentários -


Sábado, Março 18, 2006

Pois então, a verdade é que agora posso sair por aí falando com cara blasé sobre a noite em que fumei um cigarro, embaixo de chuva, enquanto o Liam cantava cigarrets & alchool lá no palco. Ou sobre como foi bom, depois de um banho quente, o chá preto com leite e as bolachinhas inglesas e nós duas repassando detalhe por detalhe do show.
E gostar é um verbo que não se aplica nesse caso. Porque é pequeno demais.
E, sinceramente, eu entendo essas pessoas que reclamam ou desgostam. Porque Oasis, assim como senso de humor britânico, não é pra qualquer um. Não mesmo. E ainda bem que o mundo é assim.


2:08 PM | Comentários -


Quarta-feira, Março 08, 2006

Eu ainda sinto borboletas no estömago por você. Que bela porcaria, hein?

3:40 PM | Comentários -


Terça-feira, Março 07, 2006

Diário

Nada de cerimônia do Oscar por aqui. Isso porque fui pra cama logo depois de falar com ela no telefone. E não devia ser nem nove horas da noite.

(Imagina que existe um telefone público na portaria do prédio dela e que fica exatamente ao lado do porteiro. Que escuta todas as conversas e que regula o tempo de 15 minutos por ligação. Mas nem deu tempo de falar para ela o quanto achei isso divertido).

E dormir cedo não era um protesto contra o Oscar ou contra porteiros ao lado de telefones públicos em entrada de prédios. Era sono acumulado de quem levantou no domingo pouco depois das onze, nem tanto tempo assim depois de seis minutos para as sete horas da manhã de domingo, que foi a hora em que consegui chegar perto da minha cama. Porque antes era hora de colocar uma melhor amiga pra dormir, levar o segurança gente boa que dirigiu o carro dela de volta pro bar enquanto aprendia com ele que um pálio é umas mil vezes melhor que um gol dezesseis válvulas e manobrar todos os carros na garagem. E achar engraçado como meus melhores amigos conseguem fazer isso, de, mesmo involuntariamente, salvarem a gente de transformar uma besteirinha numa besteira maior ainda.

Mas sobre isso de Oscar, já que é preciso esgotar o assunto, a verdade é que desde Pulp Fiction versus Forrest Gump, honestly my dear, i don`t give a damn.


10:41 AM | Comentários -


Sexta-feira, Março 03, 2006



Nunca, mas nunca mesmo fui a favor da pena de morte. Mas hoje abro uma exceção para os atuais roteiristas de The O.C. Porque o que eles fizeram com o Seth Cohen não tem perdão. Nunca nenhum adolescente de seriado norte-americano foi tão nerd-looser-sarcástico-irônico-egocêntrico-e-com-bom-gosto-musical como esse moleque na primeira temporada. Exatamente o tipo de adolescente que eu faria se eu fizesse adolescentes. Exatamente o meu número para mais novo amigo de infância. Porque ninguém merece se apaixonar por um Seth Cohen, mas como amigo eles funcionam muito bem.

Veja só você, o Seth Cohen da primeira temporada roubou o lugar do Pacey no meu coração. Acho que ele ganhava até do Ferris Buller. E agora, transformam ele nesse chato-medroso-sem-qualquer-senso-de-humor e com quem eu não conseguiria conversar nem cinco minutos numa fila de ônibus. Simplesmente revoltante. Não sei como as pessoas conseguem dormir a noite com uma injustiça dessas acontecendo.


3:03 PM | Comentários -


Quarta-feira, Março 01, 2006

Esse dia não poderia estar mais cinza. Ela pegou o ônibus ontem bem a noite com aquela mala preta enorme. E eu acordei com uma ressaca sentimental do tamanho do mundo. O cachorro também. Ficou desconsolado quando fui eu quem apareci com o almoço dele hoje. Deve ter pensado que ele tinha razão quando viu aquela mala enorme em cima da cama dela ontem. Que boa coisa não era. E por isso fez questão de ficar te seguindo para todo o lado da casa. E ainda tem o gosto amargo daquela outra conversa de sábado. Esse sentimento de velório por reconhcer de uma vez por todas que aquele amor acabou. E por ter dito isso a ele sem qualquer diplomacia. Alívio também. E um pouco de culpa por não sentir culpa nenhuma por isso. Je suis desoleé. Pelo menos até o show do Oasis.

2:16 PM | Comentários -